Cirurgia Torácica Minimamente Invasiva
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Cuidar da sua saúde com segurança, tecnologia e o menor impacto possível: esse é o principal objetivo da cirurgia torácica minimamente invasiva.
Sabemos que receber a indicação de uma cirurgia no tórax pode gerar muitas dúvidas e inseguranças. Por isso, buscamos sempre oferecer as técnicas mais modernas e menos agressivas, que permitam uma recuperação mais rápida, com menos dor e com menor tempo de internação.
Ao contrário das cirurgias tradicionais com grandes cortes, a cirurgia minimamente invasiva é feita por meio de pequenas incisões, por onde introduzimos câmeras de alta definição e instrumentos delicados que nos permitem realizar o procedimento com precisão e segurança.
Principais técnicas utilizadas:
• Videotoracoscopia (VATS): Uma técnica consolidada, com ótimos resultados para diversos tipos de doenças pulmonares e da pleura.
• Cirurgia Robótica: Um avanço tecnológico que nos proporciona visão ampliada em 3D e movimentos mais precisos, permitindo um cuidado ainda mais detalhado.
Benefícios dessa abordagem para o paciente:
• Menos dor no pós-operatório
• Recuperação mais rápida
• Cicatrizes menores
• Menor tempo de internação
• Retorno mais precoce às suas atividades e à sua rotina
Quando ela é indicada?
A cirurgia torácica minimamente invasiva pode ser indicada para diferentes situações, como:
• Retirada de nódulos ou tumores pulmonares
• Tratamento do câncer de pulmão em fases iniciais
• Doenças da pleura (como derrames, pneumotórax ou empiema)
• Cirurgias no mediastino (como retirada de cistos ou tumores)
• Tratamento da hiperidrose (suor excessivo nas mãos)
Cuidado individualizado
Cada paciente é único. Por isso, antes de qualquer decisão, realizamos uma avaliação cuidadosa, considerando o seu quadro clínico, seus exames e o que há de mais atualizado na literatura médica. Nosso compromisso é oferecer sempre o melhor tratamento, com o máximo de segurança e com foco no seu bem-estar.
Dúvidas Frequentes
- 01 - Quais cirurgias torácicas que podem ser feitas pela técnica robótica?
A cirurgia robótica, uma das técnicas cirúrgicas mais inovadoras da atualidade, é utilizada em diversas subáreas da Medicina, incluindo a cirurgia torácica. De acordo com o cirurgião torácico, Dr. Leonardo Roeder, ela se destaca por promover estabilidade, precisão e movimentos cirúrgicos superiores a diversos métodos convencionais, permitindo uma maior segurança ao paciente mesmo pra procedimentos mais complexos.
Na prática, isso representa muitos benefícios para o paciente, o qual pode ser operado com menos cortes, menor perda de sangue, menor risco de infecção e recuperação mais rápida. Diversos procedimentos torácicos podem ser realizados com o auxílio das plataformas robóticas. Arraste para o lado e saiba quais são eles.
Você tem alguma dúvida ou pergunta sobre cirurgia robótica? Comente para que possamos te esclarecer!
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Tratamento do câncer de pulmão (segmentectomias, lobectomias pulmonares e pneumonectomias robóticas);
Tratamento de tumores benignos do pulmão (segmentectomias e lobectomias pulmonares e pneumonectomias robóticas);
Avaliação cirúrgica dos linfonodos do mediastino (linfadenectomia mediastinal robótica);
Ressecção de tumores de mediastino (benignos e malignos);
Tratamento cirúrgico do Timoma e da Miastenia Gravis;
Ressecção de tumores complexos torácicos;
Doenças dos brônquios e traquéia por doenças malignas ou benignas;
Ressecção de tumores do pericárdio (pericardiectomia robótica);
Tratamento das hérnias e tumores do diafragma;
Tratamento do enfisema pulmonar grave pela cirurgia redutora de volume pulmonar.
- 02 - O que é bronquiectasia?
Falta de ar mesmo durante atividades corriqueiras, sensação de desconforto no peito, fadiga, tosse (normalmente com secreção) e infecções respiratórias recorrentes podem ser sinais de diversas doenças do sistema respiratório, incluindo a bronquiectasia.
Segundo o cirurgião torácico, Dr. Leonardo Roeder, a também chamada bronquiectasia não fibrose cística, ocorre quando há destruição dos componentes elásticos e musculares das paredes dos brônquios, levando a uma dilatação permanente das vias respiratórias. Como consequência, há um maior acúmulo do muco, aumentando os riscos de infecções e inflamações no pulmão.
Trata-se de uma patologia grave, pois, além do incômodo em função dos sintomas, pode levar o paciente a complicações graves devido às infecções de repetição e riscos de sangramentos das vias aéreas. Por isso, é muito importante buscar ajuda médica caso sinais como os citados sejam frequentes.
Os tratamentos variam conforme o estágio da doença e visam tanto evitar a sua progressão quanto prevenir comorbidades associadas. Eles incluem vacinas, antibióticos, broncodilatadores, fisioterapia respiratória, salina hipertônica, oxigenoterapia e cirurgia.
O procedimento cirúrgico é indicado para casos selecionados e deve ser realizado após discussão multidisciplinar entre o pneumologista e cirurgião torácico. A principal indicação é para pacientes com sangue na tosse e infecções recorrentes.
Como a cirurgia envolve a retirada de parte do pulmão, o ideal é que a doença esteja restrita a regiões delimitadas. Nestes casos, inclusive, existe a chance de o paciente atingir a cura da bronquiectasia.
Atualmente, é possível realizar a cirurgia robótica para o tratamento, a qual promove maior precisão ao cirurgião e vantagens ao paciente, permitindo cirurgias mais precisas e poupando mais tecido pulmonar, colaborando para uma recuperação mais rápida e retorno precoce às atividades.
Depois de ler até aqui, gostaria de fazer alguma pergunta sobre o assunto? Deixe o seu comentário para que possamos te esclarecer!
- 03 - Derrame pleural: você já ouviu falar?
“Certa pessoa está com água no pulmão”. Talvez você já tenha ouvido essa frase alguma vez, porém não sabe ao certo o que significa a condição.
Esse é o nome popular do derrame pleural, caracterizado pelo acúmulo excessivo de líquidos no espaço entre a pleura visceral e a pleura parietal dos pulmões. Estes podem ser desde sangue até linfa, pus e urina (o menos comum).
Para quem tem dúvidas, a pleura é uma fina membrana que reveste os pulmões, tanto externamente (visceral) quanto na superfície interna da parede torácica (parietal).
Segundo o cirurgião torácico, Dr. Leonardo Roeder, a também chamada água na pleura se dá por diferentes causas.
Entre elas estão a pneumonia, tuberculose, embolia pulmonar, doenças cardíacas, renais e hepáticas, bem como por alguns tipos de câncer, incluindo os de pulmão, mama e linfomas.
Por ser multifatorial, ao ser diagnosticado, é essencial encontrar a causa para o extravasamento de líquidos, de modo a realizar o tratamento mais adequado de cada uma delas.